15 de agosto de 2010

Até que ponto os jogos eltrônicos influênciam na vida pessoal?


Vivemos na era da tecnologia, onde as brincadeiras de crianças não giram em torno só do futebol, boneca ou pique-esconde. Hoje temos os jogos eletrônicos juntamente com a internet.
Cada vez mais cedo as nossas crianças aprendem a utilizar estes "meios de diversão", e até se pode dizer que, ao nascer, os bebês já saem com um computadorzinho de mão.
Mas até que ponto podemos achar isso um avanço inocente?
Assim como a televisão, os jogos vão evoluindo, e a cada dia que passa, jogar esses jogos não é só uma diversão mas, é um meio de viver uma outra vida, em um outro mundo, onde você pode ser o que quiser sem que ninguém te julgue ou te critique. O perigo nisso é que os jogos nem sempre são inofensivos. Ultimamente o que se pode observar é que os jogos mais acessados, jogados e procurados são aqueles que apresentam violência, sexo e linguagem obcena (mas o que mais pesa mesmo são os de violência).

“As vítimas não são apenas esmagadas pelos pneus do seu carro, com sangue jorrando no pára-brisa

— elas ficam de joelhos e imploram piedade, ou se suicidam. Se quiser, você também pode arrancar-lhes os membros.

(Uma sequência de jogo foi descrita assim)

Já foram relatados em jornais do mundo todo casos onde crianças e adolescente cometeram atos ílicitos graças a influência de jogos eletrônicos. Mas nesse caso, o problema não está com essas pessoas?
As vezes sim, as vezes não. Na verdade, existem pessoas que são mais propícias a cometer determinadas coisas do que outras, mas esses jogos acabam que acostumando as pessoas à violência, o que passa a ser normal para elas mesmo que de forma despercebida.
Assim como filmes, séries de Tv, os jogos eletrônicos tem que ser vistos de modo frio... De tal maneira que se possa distinguir a realidade da imaginação. Em alguns lugares os jogos tem classificação etária, e isso ajudaria muito se fosse seguido à risca, mas como sabemos isso não ocorre e eu, por exemplo, aos 10 anos jogava um jogo para adolescentes de 16.
Com seus prós e contras, devemos nos preocupar em estar dando a dose certa de cada coisa para aqueles que serão o futuro da nação.

"A televisão nos torna espectadores da violência; os jogos eletrônicos nos fazem participar dela"

ps: hoje estava na praia com mais três amigos e eles começrama essa discussão, achei interessante e resolvi postar. Deixem a opiniao de vocês também que assim a gente aprende mais.

@jessicatrabuco >> me sigam! :D

10 comentários:

Juliane S. Rocha disse...

Tudo realmente está no que disse saber distinguir realidade, ficção, e saber dosar. Quando ainda crianças ou até mesmo adolescentes esses pontos entram no papel dos pais, que devem acompanhar seus filhos, até porque é nessa fase que se criam os conceitos da moral.
Com uma boa formação moral não há o que pode influenciar.

Beijos

Sentimento Padrão

Daninha disse...

Li isso no site da MTV: Passar duas horas em um videogame é equivalente a cheirar uma carreira de cocaína afirma Steve Pope.
Preocupante neh?! .-.
Nossa já vi uns dois casos de crinças que mataram pessoas por causa desses jogos violentos de video game, esses jogos são realmente coisas pra se pensar se é uma boa coisa ou não...

Beijos

Emi disse...

É por isso que eu nunca gostei desses jogos eletrônicos. Implícita ou explicitamente, sempre existe alguma violência na maioria deles. Claro que devem haver exceções, mas eu sinceramente, desconheço.
Adorei o texto, flor!
Boa reflexão essa!
Beijoos!

Henrique Miné disse...

eu discordo de você.
Primeiramente, como você mesmo disse, os jogos, assim como os filmes, tem classificação indicativa, se você com dez jogaava jogos recomendados para maiores de dezesseis a culpa não é do jogo.

Segundo, a capacidade de discernir realidade e ficção não é nem um pouco difícil de se conseguir, se alguém, após jogar um game qualquer, acha que pode matar outra pessoa o problema, mais uma vez, não está no jogo em si, e sim nesse "alguém". Se ela não fosse se tornar violenta por culpa do game, se tornaria por outra coisa, um filme, talvez.
O único problema que enxergo nos video-games é o teor "viciante" que eles apresentam, mas pra isso existem os pais, para controlar os horários e, se achar necessário, os jogos dos filhos. Digo isso porque sempre joguei games violentos, e não ligarei nem um pouco se meu filho jogar também, aliás, pretendo apresentar alguns cheios de sangue e tripas para ele. Aliás, sempre joguei games violentos e fui um merda, apanhava na escola e tudo, se eu fosse me inspirar no jogos eu cortaria a cabeça de cada um da minha sala.

Beeeeijos, e o texto ficou ótimo! x)

Henrique Miné disse...

puta texto mais mal escrito esse meu, mas enfim...

Deni Maciel disse...

espero eu q influncie pouco *-*


abraços
obrigado por tudo
e feliz dia da planta carnívora
herbívora...regime for all neh xD
atééé *-*

Erica Ferro disse...

A vida anda louca e as pessoas se acostumaram com essa loucura, não se chocam mais com coisas que deveriam ser invariavelmente chocantes.

Não entendo mais o mundo.

=*

Princesa Moderna! disse...

adorei o texto, super opinativo.
Acho que os jogos influenciam sim, ainda mais sendo imagem que fica guardada na cabeça mais fácil do que palavras.
adorei :D
beijos

Carolina Hermanas disse...

Eu adorei esse texto,pois ele retrata algo bem real,na verdade.As crianças - tipo,crianças meeesmo - ficam jogando esses videogames ai com jogos pra lá de violentos e depois querem 'brincar' com os amiguinhos, e dá no que dá né? ~

-

Beeeeeeeijão. (L)

Joice Vieira Textos e Matérias disse...

De certo que os games viciam e tem teor de violência muito forte. Tenho um filho de 5 anos que gosta muuuuuuito de jogar, tento controlar o tempo, mas é complicado...O que tem faltado a essas crianças, talvez sejam outras opções como por exemplo andar de bicicleta na praça, sair com os pais para tomar um sorvete, enfim...viver mais o real. A televisão e jogos eletrônicos tem invadido o espaço justamente pela ausência dos pais no cotidiano das crianças e jovens.
Ótimo texto!!!!!!